27 de abril de 2017


O elefante acorrentado

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            Você já observou elefante no circo? Durante o espetáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma de suas patas a uma pequena estaca cravada no solo. A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir.
Que mistério! Por que o elefante não foge?
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém havia sido bastante sábio para encontrar a resposta: o elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido preso: naquele momento, o elefantinho puxou, forçou, tentando se soltar. E, apesar de todo o esforço, não pôde sair. A estaca era muito pesada para ele. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espetáculo.

Então, aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar os grilhões é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse.

Isso muitas vezes acontece conosco! Vivemos acreditando em um montão de coisas “que não podemos ter”, “que não podemos ser”, “que não vamos conseguir", simplesmente porque, quando éramos crianças e inexperientes, algo não deu certo ou ouvimos tantos “nãos” que “a corrente da estaca” ficou gravada na nossa memória com tanta força que perdemos a criatividade e aceitamos o “sempre foi assim”.

Poderia dizer que o fogo para nós seria: a perda de um emprego, doença de alguém próximo sem que tivéssemos dinheiro para fazer o tratamento, ou seja, algo muito grave que nos fizesse sair da zona de conforto.

A única maneira de tentar de novo é não ter medo de enfrentar as barreiras, colocar muita coragem no coração e não ter receio de arrebentar as correntes! Não espere que o seu "circo" pegue fogo para começar a se movimentar. Vá em frente!

Autor desconhecido





25 de julho de 2016

Estudo da Célula

Apresentação:
A citologia estuda a célula, tanto sob o ponto de vida estrutural (morfológica ou anatômico) quanto sob o funcional (fisiológico). A citologia envolve muitos aspectos de Biologia molecular e de bioquímica.
Objetivos geral:
Ser capaz de utilizar-se das informações para compreender conceitos utilizados em citologia.

Específicos:
·        Entender que o corpo humano possui diferentes níveis de organização;
·         Criar um glossário “Diciocélula”;
·  Compreender que as células são estruturas vivas que têm uma organização interna exercem funções específicas.

Conteúdos:
·         Níveis de organização de corpo humano;
·         Célula: unidade básica da vida;
·         A diversidade das células.

Procedimentos:

Momento da criação:Criar um Diciocélula (dicionário da célula). Solicitar que os educandos busquem no dicionário os significados dos termos interligados em citologia.

Momento do registro:  Registar na lousa o mapa conceitual “níveis de organização do corpo humano.” Pedir que os alunos registrem no caderno.

Momento da explanação:Utilizar o torso e o esqueleto humano para explicar como o corpo humano está organizado.

Movimento da explanação:Fixar na lousa desenhos de olhos, coração, espermatozoide, sistema urinário, tecido epitelial, organismo. Solicitar que os educandos determinem o nível de organização do corpo humano a partir das ilustrações em análise.

Recursos:
Dicionários;
Torso e esqueleto humano;

Figura (olho, espermatozoide, sistema urinário, tecido epitelial, estômago, tecido muscular e organismo.)

Avaliação:
Verificar a partir de atividades escritas e orais se os educandos reconhecem as partes que compõem o corpo humano.

13 de março de 2014

Jogo da Velha - Os vertebrados

Organização da classe
- Realizado com toda a turma de forma coletiva, elegendo um juiz ou em trios.
Capacidades a serem trabalhadas
- Reconhecer ordem e classe dos animais vertebrados
*ordem: carnívoros, herbívoros, onívoros
*classe: mamíferos, répteis, anfíbios, aves, peixes
Material
- Neste jogo podem-se usar folhas de rascunho para desenhar a grade do jogo ou ter uma grade específica
-10 tampinhas de refrigerante sendo 5 de uma mesma cor e mais 5 de uma outra cor
Desenvolvimento
Brincam três alunos sendo que dois disputam e um é o juiz. Definir o número de rodadas de cada partida (exemplo: jogaremos cinco rodadas) Tirar par ou ímpar para iniciar a brincadeira. Cada um na sua vez, os alunos retiram de uma caixinha as fichas com o nome dos animais e devem classificá-los quanto a sua classe e ordem. Para marcar o ponto precisam acertar a resposta. O juiz possui uma tabela para recorrer em caso de dúvida. É o juiz que marca a pontuação para definir o vencedor.
Caso o jogo seja realizado coletivamente, separe a turma em duas equipes, faça a eleição do juiz. A grade do jogo será desenhada no quadro para facilitar a compreensão. Usar cores diferentes para cada equipe.
Modelo de tabela para o juiz. (elaborada de acordo com o assunto a ser trabalhado pela turma).
ANIMAL CLASSE ORDEM
VERTEBRADOS
AVESTRUZ AVE ONÍVORO
BALEIA MAMÍFERO CARNÍVORO
BEIJA-FLOR AVE HERBÍVORO
BOI MAMÍFERO HERBÍVORO
CACHORRO MAMÍFERO ONÍVORO
CUTIA MAMÍFERO ONÍVORO
DRAGÃO DE KOMODO RÉPTIL CARNÍVORO
ELEFANTE MAMÍFERO HERBÍVORO
EMA AVE ONÍVORO
GALINHA AVE ONÍVORO
GATO MAMÍFERO ONÍVORO
HOMEM MAMÍFERO ONÍVORO
JABUTI RÉPTIL ONÍVORO
LEÃO MAMÍFERO CARNÍVORO
LEOPARDO MAMÍFERO CARNÍVORO
MACACO MAMÍFERO ONÍVORO
MARRECO AVE ONÍVORO
MORCEGO MAMÍFERO ONÍVORO
MOREIA PEIXE CARNÍVORO
ONÇA MAMÍFERO CARNÍVORO
PACA MAMÍFERO HERBÍVORO
PAPAGAIO AVE HERBÍVORO
PATO AVE ONÍVORO
PERIQUITO AVE HERBÍVORO
PINGUIM AVE CARNÍVORO
ANFIBIO CARNÍVORO
SAPO ANFIBIO CARNÍVORO
SUCURI REPTIL CARNÍVORO
TARTARUGA RÉPTIL CARNÍVORO
TUBARÃO PEIXE CARNÍVORO
ZEBRA MAMÍFERO HERBÍVORO
ZEBU MAMIFERO
HERBÍVORO

5 de março de 2014

Célula Humana






Aprender e fixar os componentes celulares de uma forma lúdica


Estrutura da Atividade


Na primeira aula, será feito uma introdução teórica ao tema e ainda será pedido aos alunos que tragam na próxima aula camisetas de diferentes cores. (azul, amarela, verde, vermelha, preta etc.)

Na segunda aula serão agrupados os alunos com camisetas de cores semelhantes. Cada cor se referirá a uma parte da célula.

Inicialmente para montar a membrana os alunos de uma determinada cor seguram as mãos uns dos outros fechando o circulo para formar a membrana.

Depois outro grupo menor de outra cor forma o núcleo e assim por diante até formar todas as organelas.

A seguir o professor vai passar por entre os alunos falando sobre cada organela que compõe a célula.


Organização da Classe


Todos precisam estar juntos num grande grupo para haver troca de informações entre eles e ainda para os que já detém algum conhecimento do tema possam ajudar os outros.


Formas de Registro


Na terceira aula cada um deverá registrar em forma de desenho e texto associados aquilo que aprendeu.


Introdução


Seguindo as linhas do PCN que consiste em ministrar o conteúdo visando uma formação cidadã, sem esquecer que estamos em tempos de grande competição e excelência com grandes avanços tecnológicos. Essa atividade proporciona aos alunos utilizar a linguagem corporal para expressão de ideias e construção do conhecimento através de uma fonte de informação como está previsto no PCN. A construção de uma célula com o próprio corpo traz a noção de que somos constituídos de células e fazemos parte do meio ambiente e que como tal devemos cuidar de ambos (corpo e meio ambiente).

Outros valores preconizados no PCN e que podem ser adquiridos com essa atividade são desenvolvimento da confiança em si mesmo, capacidades afetivas, cognitivas, de inter-relação pessoal, inserção pessoal entre outras.


Material


Camisetas de cores variadas.

Papel sulfite e pincel atômico

Montagem


Os alunos com cores semelhantes devem se agrupar e neles serão afixidas as folhas sulfites determinando qual estrutura da célula eles irão compor.

Fazer isso para todas as organelas.


Procedimento


Inicialmente seria interessante (depois de identificar cada aluno)deixá-los por conta própria, afim de verificar se são capazes de se organizar sozinhos.

Se não forem então o professor irá organizá-los.


Situação-Problema


O aprendizado das estruturas celulares acompanham a maioria dos alunos pelo menos até o vestibular, e uma outra parte considerável durante toda a vida dependendo da função que irá exercer. Por isso é fundamental que tal conhecimento seja muito bem consolidado.


Elementos Para Testar as Hipóteses


A forma a curto prazo para testar a hipótese se dará por meio de uma avaliação ou mesmo do registro que os alunos farão ao final da atividade.


Ações dos Alunos


Espera-se que os alunos interajam bastante entre eles e com o professor, mas é possível que exagerem um pouco visto que estarão em local aberto como o pátio ou a quadra.


Dados adicionais

Autor:  
Flavio Luiz Correa dos Santos
Duração:  
Três aulas
Área:  
Biologia
Tema:  
Citologia